quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Crise pode levar a divisão dos EUA em 6 novos países.

Igor Panarin: é o nome da fera. Se esse cara estiver certo, acho que muita coisa vai mudar para pior. O mundo ser dirigido por uma potência como os EUA é uma m.... , mas se esse poder ficar focado na China e Rússia, aí sim a gente vai saber que o buraco é mais em baixo.

Li ontem na página na da Época do Globo que Panarin, professor da academia diplomática do Ministério do Exterior Russo, diz prever uma divisão dos Estados Unidos em 6 novas nações devido a crise que está batendo a nossa porta. Panarin diz que os novos reguladores da economia mundial serão a Rússia e a China, ocupando o atual posto dos EUA.

Ele lista os principais motivos para a queda dos EUA: a grande dívida externa americana de US$ 11 trilhões, que só faz crescer( há 10 anos atrás, quando pela primeira vez Panarin preveu isso, a dívida era de apenas US$ 2 trilhões); o empobrecimento da população americana com aumento do desemprego, aumento dos preços e a perda da poupança por milhões de cidadãos; a falência de grandes empresas: as montadoras Ford e General Motors; e necessidade de apoio financeiro do governo federal aos estados que estão sem dinheiro; o cenário político vulnerável; a falta de leis nacionais unificadas; e às divisões entre a elite.

Panarin diz que existe uma grande espectativa para o governo Obama, o que evita uma "insatisfação geral" da população, mas deixa claro que ele não é capaz de realizar milagres.

A divisão dos EUA resultaria em: "um país na costa do Pacífico (influenciada pela crescente população chinesa), o Sul (com os hispânicos), o Texas (onde já existem movimentos de independência), a costa do Atlântico (onde a população têm uma mentalidade diferente), os estados mais pobres da região central (onde há grande número de nativos) e os estados do Norte (onde vem crescendo a influência do Canadá). Perguntado sobre o Alasca, estado comprado pelos EUA da Rússia no fim do século 19, Panarin disse que seu país 'poderia tentar reaver' o território."

É, da-lhe Barack Obama! Não pelos EUA, mas sim para ajudar a amenizar essa crise e que os resultados sejam os mais brandos possíveis.

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